Cafayate e a Estrada Mais Linda que Já Vi

Não há muito o que dizer sobre Cafayate. A região vitivinícola de Torrontes do norte argentino ainda carece de infraestrutura turística: chegar lá desde Salta é fácil, mas uma vez na cidade são poucas as opções gastronômicas, de visitas a bodegas e atrações. No entanto acho que vale a pena sim passar uma noite. Em outro post eu vou sugerir alguns hotéis.

Eu fui com o pessoal da Argentina 4U. Me passaram para buscar no hotel, bem cedinho, e pegamos estrada, uma das mais lindas que já vi na vida. O passeio é um pouco cansativo pela alta temperatura e clima seco (fiquei bem mal, muita tosseira, dor na garganta, mal conseguia falar). Água é realmente muiiiiiiito necessário. O grande atrativo do passeio é a estrada como eu comentei. A cidade é fofa mas são pouquíssimas as bodegas que abrem para o publico. A mais famosa delas, a Colomé, já não faz mais visitas (ou você pode desembolsar 500 dólares para isso, mejor no). O pessoal da agencia foi legal, explicaram tudo tudo tudo sobre o caminho, a estrada e os povoados que passamos. Sempre bom bom humor.

A seguir fotos:

Logo no comecinho da estrada, um mirante.
Não pode olhar muito senão elas cospem ahhaa.
Hit the road, Jack! Coisa linda.
Já na cidade de Cafayate.
Plantação de uva em uma bodega que vi na estrada.
Lavandinhas que amo.
Anfiteatro, a formação rochosa mais legal da estrada.
Não dava para não provar o vinho. Amei os da Amalaya.
Mais estrada.
Casinha em Cafayate.
Anfiteatro.

 

Salta & Jujuy: Onde Ficar e O que Fazer

Seguindo os posts de Salta e Jujuy, nesse daqui quero dar dicas de onde ficar e o que fazer na cidade de Salta e como organizar seus passeios.

Como eu comentei no post anterior, no meu modo de ver não é necessário fazer base em cada mini cidade que você vai. Primeiro porque é um saco ter que ficar fazendo e desfazendo mala e porque nessas mini cidades, a única coisa que você vai fazer é descansar mesmo, ok?

Portanto, pela facilidade eu indico ficar em Salta capital. Ainda que não seja assim bombasticamente frenética de turismo é onde tem mais facilidades para agendar sua passagem pelo norte argentino. Digo isso porque lá tem bastante  hotel, tem agências legais e ainda assim é uma cidade “grande” por qualquer eventual problema que você possa ter.

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Eu fiquei hospedada em um apart, levando em conta que arranjei tudo com 4 dias de antecedência foi ok. Eu achei meio meh o lugar mas também nem ficava lá então deu pro gasto. O ruim desse apart é que eles não ajudam em nada no quesito turismo. Tipo, você se vira. Ainda que eu goste dessa modalidade, eu acho legal poder contar com a ajuda da equipe, caso necessário (para comer, reservar passeios, etc), mas isso nesse apart não ocorreu. O bom era que era bem localizado, pertinho da agencia que reservamos tudo e dava para ir caminhando jantar e etc.

O meu apart foi o Buenos Aires. Tem vários hotéis legais por lá tipo o Design, o Alejandro I. Eles são lindos, mas ficam meio afastados do Centro, mas não achei um problema porque táxi lá é bem barato e a cidade é pequena para zanzar.

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Em Salta

Salta, de novo, não é um exemplo de cidade maravilhosa. Tem coisas para fazer sim. Uma delas é conhecer as diversas praças e parques que eles tem por lá no Bus Turístico de Salta. Sai uns 150 pesos por pessoa e são várias paradas, dá subir e descer quando bem entender.

Depois para visitar mesmo em Salta tem o a Catedral, o Cabildo, o Convento San Bernardo e o Centro Cultural das Américas, tudo isso fica na mesma praça. Bem baba, que é a 9 de Julio.

Fora esses passeios tem o Cerro San Bernardo que é legal porque dá para acessar ao bendito via teleférico, que sai 45 pesos a subida e 45 a descida. Eu comprei a subida e desci com um táxi direto para o hotel (vale mais a pena deixar esse passeio para o final da tarde pelo calor e pelo por do sol). Dá para subir caminhando também, mas nossa, com 40 graus não rola fazer ahaha e bem ou mal o teleférico é uma boa opção. Lá em cima tem uma área com água que é bem refrescante, um café que só vende água e sorvete de palito e só. E a vista, é claro. Para ir até o teleférico pega um táxi. Fala que você quer ir ao teleférico, se falar que quer ir ao Cerro San Bernardo eles vão te levar direto lá pra cima.

cerro san bernardo salta 3

Outro cerro interessante pra conhecer é o da Virgen. Quem é católico rola um turismo religioso por lá. Diz uma mulher que viu a Nossa Senhora em cima dessa montanha e desde então a santa pediu para ela construir lá em cima uma capela. Ou seja, em cima desse cerro existe um santuário dedicado a Virgem Maria. Todo o norte argentino é muito católico, então o lugar é mesmo procurado por peregrinos que sobem a trilha ingrime a pé até chegar no topo, onde tem a capela. Lá em cima, o clima é de paz e mesmo não sendo católico é interessante poder ver. O silêncio permanece por lá e independente de religião, existe espiritualidade. Para chegar até lá é necessário um táxi até a base da montanha e de lá subir a pé o caminho. Cansa demais! Demais. O passeio é gratuito. Aos sábados vai muita gente porque a mulher que diz que viu a Virgem passa pelas pessoas dando benção.

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Em se tratando de museus, Salta tem dois beeeem legais (tem vários na real), que até eu que não sou tão fã, curti. Um deles é o Museo de Arqueologia de Alta Montaña (MAAM) e o Museo de Arte ContemporáreoO MAAM eu amei, também fica na praça 9 de Julio. Esse museu nasceu em 1999 quando três crianças foram achadas em cima do vulcão Lullaillaco, a 6700m de altitude. Essas crianças haviam sido sacrificadas pela cultura inca como oferenda aos deuses. Elas foram encontradas com seus trajes de funerário (146 objetos), pela temperatura os corpos estavam intactos e o museu preserva esses corpos e a cada mês um deles é posto em observação. O museu mantém a temperatura da câmara a 18 graus para preservar os mesmos. É BEEEEM interessante esse museu, dá abertura pra cultura inca mas de uma forma que chama atenção. E o fato dessas crianças estarem expostas gera certa curiosidade. As entradas custam 50 pesos e não abrem as segundas. Não pode tirar foto lá dentro.

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Fora isso, todas as agências tem passeios de city tour pela cidade a partir das 16h da tarde. E é legal poder ir, levando em conta que a cidade é pequena e que mais vale um city tour de turista mesmo do que perder a tarde né?

Sites e Endereços

Governo de Saltawww.saltalalinda.gov.ar

Cerro San Bernardowww.cerrosanbernardo.todowebsalta.com.ar/ Teleférico: www.teleferico.elturistaperiodico.com

Cerro de la Virgenwww.inmaculadamadre-salta.org/obra/

MAAMmaam.culturasalta.gov.ar

O site do governo de Salta é bem completinho sobre o que fazer na cidade em relação a passeios culturais. No próximo post vai ter os passeios fora da cidade que valem a viagem até esse lado da Argentina: as Salinas, Cafayate, Cachi e Humahuaca.

Salta & Jujuy: Informações Básicas

Quem me acompanha fielmente no Instagram (@amandamormito, segue lá), percebeu que eu ando pelo norte argentino. Peguei uma semanita de férias e não sabia pra onde ir e decidi com 4 dias de antecedência ir com uma amiga fazer o circuito Salta e Jujuy.

Vou começar a fazer os posts JÁ porque tou com tudo fresquinho na cabeça, se não eu acabo esquecendo. Vamos lá:

Como Chegar

Há vários voos (acho que 4) diretos, por dia, de Buenos Aires a Salta (capital da província de mesmo nome). O voo sai do Aeroparque e dura nada mais, nada menos que duas horas, bem rápido. Pelo o que eu vi só Aerolíneas faz o trajeto e não tem como vir direto de Brasil sem fazer parada ou em BUE ou Córdoba.

Aeroporto

O aero de Salta é bemmm simples e assim como toda a cidade falta, bastante, uma infraestrutura legal para o turismo. É bem pequeno (tem um banheiro feminino só pra ter ideia) e não há nada além do necessário: facilidades para alugar carro, um stand de táxis e outro de remis (que é um táxi mais particular). Fora isso, mais nada.

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Do Aero para o Hotel

Sem dúvidas tem que pegar o táxi do Aero, prefira o remis que é credenciado que leva o nome de Salta e é branco com o nome de azul e vermelho. Sai 75 pesos (pode ser um pouco mais, um pouco menos mas, a média é essa). O caminho não é dos mais elegantes, mas nenhum aero fica em áreas lindas né?

A Cidade

Muita gente fica em dúvida sobre decidir entre ficar em Salta ou Jujuy e eu falo: melhor coisa é ficar em Salta. As duas cidades são pequenas e próximas, portanto não é necessário fazer base em uma e depois na outra, ok? Eu fiz base em Salta porque a cidade, ainda que precária nesse sentido, tem muito mais hotéis e facilidades turísticas que Jujuy.

Salta é bem simples e não há nenhum luxo, aliás essa não é uma viagem luxuosa em nenhum sentido. Você pode ficar em um hotel legal mas no final das contas vai ir aos mesmos passeios cheios de pó, vai comer nos restaurantes simples da cidade e passear pelas localidades nada elegantes da região mas lindas e pitorescas, portanto eu acho legal avisar isso, caso você queira ir e não se sujar, etc.

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Quanto tempo ficar

Isso é meio relativo, mas eu acho que 4 dias inteiros é legal. Digo inteiros porque todas, TODAS, as excursões saem às 7h da matina, não tem outro jeito. Não tem. Eu cheguei em um voo as 9h e não pude fazer NADA nesse dia – primeiro pelo horário, segundo porque tudo é longe e terceiro que tudo fecha, já explico.

Os passeios mais importantes são: Purmamarca & Salinas Grandes; Cafayate; Cachi e Humahuaca. Há outros? Sim, mas esses são os mais famosos. Para cada passeio é necessário um dia. Tem gente que estica o dia parando em uma cidade ou outra no meio do caminho, por exemplo, tem gente que quer curtir a cidade de Purmamarca e fica lá uma noite. EUUUU acho que não vale a la pena, com a mera exceção de Cafayate (no post vou explicar porque).

Caso contrário não há porque parar nessas outras cidades porque gente, não tem o que fazer. A não ser que a vibe seja ficar num baita de um hotel curtindo.

Quando ir

Posso dizer que outubro é quente pra caramba e tou vermelha do sol. Eu evitaria inverno porque neva e não há o que fazer e/ ou muitas coisas fecham. Verão é quente? É, mas é quando também os rios estão cheios de água e a paisagem fica mais bonita. A região tem rios de verão, dale? Só nessa época que tem água. Portanto tem que ir durante verão e primavera. No máximo ali no comecinho do outono.

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Rotina diária

Fazendo base em Salta, você vai ter agências de viagens por perto para poder agendar teus passeios. Sei que vai ter gente que vai querer alugar carro, mas eu acho que não vale a pena, com exceção de Cafayate. Não rola alugar um carro para ir, por exemplo, para Salinas porque a estrada é longa demais e você vai subir 4170 metros de altitude. Tem que ir com gente que conhece, a estrada é ingrime, tem muitas curvas e para passar mal não precisa de muito. Pras outras excursões é a mesma coisa, EUU só alugaria carro para Cafayate mesmo porque a estrada é mega linda e dá pra ir parando em lugares diversos e uma vez na cidade é legal visitar bodegas que agências não te levarão.

Se você não vai alugar carro melhor coisa é reservar passeios com agências, não rola essa coisa de pegar bus e ir no caminho roots da coisa, não faz isso porque não. Não há essa infra legal para poder aventurar sem medo. De verdade. Como eu disse, os passeios saem bem cedo e chegam tarde. Minha rotina: acordar âs 6h, para sair às 7h e voltar às 18h/ 19h. Ponto. Uma vez no hotel, tomar banho e esperar um pouco para ir comer.

É importante reservar todos os passeios logo que chegar em Salta, assim você já tem tudo programado. O comércio tem um horário bem bizarrinho, mas é povoado e eu entendo: abrem as 6h (para a saída das excursões) e ficam abertos até as 13h. A partir das 13h as cidades morrem e não tem nada para fazer, nada mesmo (apenas alguns restaurantes ficam abertos). Voltam a abrir lá pelas 16h30 da tarde e ficam abertos até as 22h. Então não vai na intenção de chegar num voo cedo e aproveitar o dia, você vai no máximo conhecer a cidade, ok?

Preços e Dinheiro

Todo mundo me pergunta se é uma viagem cara. Pode e não pode ser. Depende muito do hotel que você fica (e acredite que lá tem de tudo para todos os bolsos) e com o que você vai gastar. Comendo razoavelmente bem eu gastei uns 80/ 150 pesos por refeição. E os passeios não saem por menos de 400 pesos cada. Podem sair muito mais caros, mas essa é a base. Reservando todos os passeios em uma mesma agência rola desconto.

Importante: cambio. Não vá com a ideia de trocar dinheiro lá. Obrigatoriamente você vai passar por BUE então melhor coisa é trocar em Buenos mesmo que o câmbio é melhor. E quase NENHUM lugar em Salta/ Jujuy e região aceita cartão, então tem que ter dinheiro vivo mesmo, e não há aceitação de moeda estrangeira em contrapartida. Então, troque o dinheiro, leve trocado. As agencias até podem aceitar cartão, mas vão cobrar uma comissão a mais por isso e não vale a pena.

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Outras Informações Importantes

– Clima: Faz muito calor, então tem que levar protetor solar. E água é mais que necessário, eu ando tomando 3 litros, ou mais, por dia e não é suficiente. Estou rouca, sem voz. É muito pó, areia, tempo seco demais. Prestem atenção nisso para não estragar a viagem.

– Roupas: confortáveis. Todos os passeios requerem de caminhadinhas e entradas e saídas das vans, portanto calças e camisetas básicas, por gentileza. A noite sempre esfria um pouco, mas nada de outro mundo. Leve um casaco para o passeio de Salinas só. Ainda que nas Salinas mesmo não faça frio, você acaba pegando vento gelado no topo da montanha, nos 4170 metros.

– Altitude: Salta já fica alta, Purmamarca mais ainda. Mas o pico mais alto mesmo vai ser a caminho de Salinas, 4170 metros. Tem gente que não sente nada, mas tem outras pessoas que sim. Aconselho comprar folhas de coca para mastigar quando for subir pras Salinas. O mal estar é ruim: cabeça pesada, corpo cansado, falta de ar, náusea, etc, melhor botar fé na coca. Eu não senti nada, mas não ficava pulando nas Salinas porque parecia que eu tinha corrido uma maratona haha.

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 Logo mais tem mais!

Programando uma Viagem à Mendoza

Mendoza linda, já apareceu aqui no blog antes, mas nunca me canso de falar sobre ela, porque Mendoza… Ah, Mendoza.

Muita gente sempre me pergunta informações básicas sobre a cidade e 80% das pessoas acham que é pertinho de Buenos, mas a realidade é que não é. Seguem dicas cruciais para fazer teu roteiro pela tierra de los vinos:

– Como Chegar

Mendoza fica a uns belos 1000 km de distância de Buenos Aires, distância ok para ir de carro ou de bus, mas sempre avião é mais confortável. Indo de carro você leva cerca de 10 horas para chegar até lá (de bus umas duas horas a mais), a estrada é ok, não é uma Bandeirantes (em SP) da vida, mas é boa.

A vantagem de ir de carro é que você vai ter uma locomoção para usar por lá, coisa que realmente é necessária. Mas indo de bus ou de avião você, pelo menos, vai descansando e evita chegar a Mendoza cansado.

Não há ainda voos diretos do Brasil para lá, portanto escalas em Santiago, no Chile ou no Aeroparque em Buenos Aires, são necessárias. De Buenos Aires até Mendoza são, aproximadamente, 2 horas de viagem. Lan e Aerolíneas operam voos com frequência para a cidade.

Já, de ônibus você deve sair do terminal de Retiro em Buenos Aires, encontre informações sobre empresas que vendem tarifas para Mendoza, no site: www.tebasa.com.ar. Geralmente, a diferença de preço entre ir de ônibus ou de avião é compensada pelas horas ganhas. Mas vai de cada um.

– Como se Locomover

Eu sempre defendo o aluguel de carro em Mendoza, porque tudo é meio fora de mão. Você sempre vai estar longe de alguma atração, não adianta. E as bodegas ficam longe umas das outras, a única coisa que você pode fazer caminhando é conhecer a cidade mesmo, mas só isso.

Quando eu fui, logo que cheguei no aeroporto já retirei o carro para usar por lá, ainda que Mendoza seja complicadíssima para localização (faltam placas e mapas decentes, GPS é fundamental), o carro vai te facilitar demais no turismo e não vai te prender a passeios com agencias de viagens. No site da Welcome Argentina, eles dão um listado de locadoras de carros, a que eu usei foi a Mendoza Rent a Car, mas não há muita diferença entre elas.

Se você, ainda assim, não quiser alugar carro, reserve tudo com uma agencia de viagens ou com o auxílio do hotel que você for ficar.

– Bodegas

Mendoza tem vários picos de bodegas, vocês vão notar que existem vários mapas, mas na realidade são quatro regiões: Zona Norte, Sul, Este e Valle de Uco.

A Zona Norte tem um perfil mais popular, digamos. Por lá estão as bodegas demais fácil acesso por estarem mais próximas ao Centro da cidade. Por lá ficam os departamentos de Luján de Cuyo, Maipú, Guaymallén e Godoy Cruz. Essa região é ideal para quem quer misturar o urbano de Mendoza com o carisma das vinícolas. A maior parte das plantações presentes por lá são de Malbec. Já a Zona Leste tem a principal produção vitivinícola da província. Por lá há algumas bodegas boutique e outras bem industrializadas. E a Zona Sul é onde fica a região de San Rafael. San Rafael tem um vale maravilhoso, as bodegas por lá não são o principal atrativo do local, e sim os esportes radicais em épocas de verão e primavera. E finalmente, a região do Valle de Uco, onde tem além de paisagens exuberantes bastantes bodegas enormes dos departamentos de Tunuyán, Tupungato e San Carlos. Por lá estão as adegas de maior luxo e que produzem os melhores vinhos da Argentina, é obrigação visitar nem que seja uma vinícola por lá.

Ao total são mais de 1200 vinícolas presentes por Mendoza, algumas delas são: Catena Zapata, Pulenta Estate, Clos de Chacras, Norton, LopezMelipal, Lagarde, Belasco de Baquedano, Trapiche, Nieto Senetiner, Salentein, Jean BousquetClos de los 7, O Fournier, The Vines of Mendoza, etc. Ainda vou fazer um post especial só sobre as bodegas de lá, quais oferecem serviços legais e originais, etc. Mas aqui já dá para ter uma noção.

– Clima

Mendoza tem um clima seco. Isso quer dizer que no verão, lá pra Dezembro/ Janeiro e Fevereiro você vai pegar calorão, mas algo suportável porque venta e é lindo porque a plantação está exuberante. A melhor época para ir para lá é entre Outubro e Maio, clima agradável e paisagem bela.

Já no inverno, as vinícolas ficam cobertas de neve, faz bastante frio e voce pode aliar a degustação de vinhos com visitas a estações de ski como Las Leñas e o cerro Aconcagua.

– Hospedagem

Considerando a constante de que você vai ter que alugar carro, a região que você escolher vai depender do seu gosto. O Centro é legal e tem mais opções de restaurantes e vida noturna, os hotéis por lá são – em sua maioria – de redes e há poucas opções do seguimento “boutique”. Já, se hospedando em zonas vitivinícolas prefira a região Norte, principalmente a área de Luján de Cuyo – que tem uma aproximação ok do Centro de Mendoza, mas não deixa perder o clima gostoso de estar hospedado perto dos Andes e de plantações de uvas.

Em Mendoza, há vários hotéis que estão dentro de bodegas, os sites Wine Hotels Collection e o Argentina Wine Hotels mostram quais são e onde estão localizados cada um. Eu fiquei em um hotel boutique, perto de algumas bodegas, mas que não era dentro de uma vinícola, aqui o post dele.

De resto, use e abuse do Booking e do Splendia, que tem boas opções também.

– Outros Passeios

Para quem curte esportes, Mendoza oferece várias opções de lazer. Ir visitar o Cerro Aconcagua é uma das opções mais legais. Dependendo da época que voce for também vai poder ir até o centro de ski lindo, Las Leñas que fica a aproximadamente 5h da cidade. A cidade de San Rafael, oferece esportes radicais.

– Outras Informações

Site de Turismo de Mendoza: www.turismo.mendoza.gov.ar.

Site mão na roda para tudo sobre Mendoza: www.welcomeargentina.com/mendoza.

Sobre bodegas e rotas de vinhos: www.caminosdelvino.org.ar/mendoza.

Festa da Vendimia: www.endimia.mendoza.gov.ar.

Las Leñas: www.laslenas.com.

Créditos de fotos: 1) www.facebook.com/bodegassalentein/ 2) www.facebook.com/Rolland-Collection, 3) www.facebook.com/vinesofmendoza, 4) www.facebook.com/ofournier, 5) www.facebook.com/LasLenasResort

Vem pra Mendoza!